CHAT - JOVENES - LA ROCA DE HOREB

Author: Missão Venezuela
•08:10

Foram divulgadas pelo IBGE as estatísticas populacionais dos municípios brasileiros em 2008, com a estimativa de 189.612.814 brasileiros morando em nossa pátria. Destes mais de 180 milhões, 700 mil são indígenas, distribuídos em 345 etnias e representando 0,37% da população brasileira. Apenas 165 etnias têm presença evangélica, e mais da metade, 180 etnias, continua sem a existência de uma igreja, sem a presença de missionários, evangelistas ou crentes. Precisamos de 540 missionários ou mais, para completar a evangelização de todas as etnias no Brasil.

O desafio da Igreja hoje, portanto, encontra-se espalhado por matas, rochas, montanhas, desertos, ilhas e planícies remotas e grandes centros urbanos em países resistentes.

O cântico profético de Simeão continua clamando por uma oportunidade para os povos sem Cristo. Para que as nações sejam alcançadas pela salvação de Deus em Cristo, a igreja, sua testemunha fiel, tem sobre seus ombros a responsabilidade da grande comissão. Não temos o direito de reter para nós a mensagem que foi dada a todos os povos. Precisamos anunciar o evangelho aos confins da terra.

Compilado por Jadir Siqueira

Fontes: Ethnos – cultura dos povos
Dados da NTM – Jill Goring
Instituto Antropos

*Texto extraído da revista CONFINS DA TERRA, Ano 42, número 136 (Jan – Mar 2009), publicada pela Missão Novas Tribos do Brasil.
Author: Missão Venezuela
•20:53


O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país - que se encerra nesta terça com um show em Recife -, Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico.

Personagem do documentário "Flight 666", filme oficial da banda britânica de heavy metal que tem estreia nos cinemas prevista para o mês que vem, o pastor metaleiro não renega o seu passado. Em vez disso, tem usado sua história pessoal para "semear no deserto", ou ainda, "levar a palavra de Deus às pessoas que não estão preocupadas com isso".

Em um culto evangélico realizado há dez dias, em Suzano, município da Grande São Paulo, vestindo um terno preto que cobria algumas mas não todas as tatuagens, Motolo intercalava com desenvoltura versículos da Bíblia com a promoção de sua participação no documentário internacional. "Será a primeira vez que a palavra de Cristo vai chegar a países como a China ou a Rússia", prometia entre "glórias" e "aleluias" aos fiéis, muitos dos quais provavelmente jamais haviam ouvido falar de Iron Maiden - muito menos da temática demoníaca de muitas das letras da banda.

Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. "O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada", defendeu o pastor e missionário - termo usado àqueles que não pregam apenas em uma única igreja - em entrevista ao G1 pouco antes do início da pregação.
"Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom. Os caras do Iron Maiden, por exemplo, são inteligentes. Eles tocam heavy metal, mas quando o show acaba, eles vão tomar um Gatorade ou um suco. É por isso que estão vivos até hoje. Já o Nirvana fez dois anos de sucesso e o vocalista se matou. Por quê? Porque ele não soube diferenciar a vida particular dele da vida em cima do palco", teoriza.

trecho de matéria no G1.
dica do Mauricio Boheme
Author: Missão Venezuela
•21:37


Author: Missão Venezuela
•20:41
Author: Missão Venezuela
•15:07
III CONGRESSO LAUSANNE SOBRE EVANGELIZAÇÃO MUNDIAL

CIDADE DO CABO - ÁFRICA DO SUL
16 a 25 de outubro de 2010

Cape Town 2010

Tradução de João Cruzué

Cape Town 2010, O Terceiro Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial, representa uma excelente oportunidade para líderes cristãos do mundo inteiro unirem-se para focar sobre a evangelização global. A visão de Cidade do Cabo 2010 foi anunciada em Lausanne em maio de 2007, pelo superintendente do Comitê – Doug Birdsall, anotando também que Cidade do Cabo 2010 acontecerá em parceria com a Aliança Evangélica Mundial

Cidade do Cabo 2010, o primeiro congresso internacional sobre Evangelização Mundial do século 21, oferecerá uma oportunidade aos líderes para orar, planejar e trabalhar juntos enquanto analisam as oportunidades que hoje desafiam a igreja quanto à evangelização mundial.

Espera-se aproximadamente 4 mil líderes cristãos, para representar a diversidade global do Corpo de Cristo em Cape Town 2010, com uma maior participação nas discussões e sessões online de observação durante o Congresso.

Tire suas dúvidas aqui: Respostas às Perguntas mais Frequentes

LCWE - Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial
http://www.lausanne.org/cape-town-2010/cape-town-2010.html


Fonte: João Cruzué - Blog Olhar Cristão.

Obs.: Se algum irmão quiser ajudar eu posso te representar lá, só me ajude com as passagens e as despesas! Rs
Author: Missão Venezuela
•14:58

Um desafio para o amanhã.

A Cruz Vermelha lançou uma campanha alertando que "um tsunami silencioso" está destruindo toda uma geração de crianças africanas que contraíram o vírus HIV ou perderam os pais devido à doença.A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho estima que 12,3 milhões de crianças africanas já perderam pai e/ou mãe devido à Aids, e que a cifra pode dobrar até 2010.
Outras crianças precisam cuidar dos pais doentes, incapazes de manterem a família, o que prejudica as chances de que esses meninos e meninas tenham educação decente - tornam-se, portanto, mais vulneráveis a abusos e à prostituição, segundo a Cruz Vermelha. "Um silencioso tsunami está varrendo toda uma geração, deixando milhões de crianças sob risco", disse Emma Kundishora, da Cruz Vermelha do Zimbábue, em nota.
ONGs dizem que a enorme mobilização global para ajudar as vítimas do tsunami de dezembro na Ásia acabou retirando dinheiro que iria para programas na África. "Se não fizermos algo hoje, perderemos os administradores, os líderes empresariais, os trabalhadores e os clientes de amanhã. Temos de começar a investir nessas crianças agora", disse Kundishora.
A campanha será realizada em dez países do sul da África e terá como objetivo ampliar as medidas de prevenção contra a Aids e os programas de apoio e tratamento doméstico para crianças soropositivas mantidos pela Cruz Vermelha. A entidade pediu maior coordenação com outras organizações para melhorar o atendimento dado a órfãos da Aids dentro das suas próprias comunidades.
"Algumas crianças têm pais em estado terminal e, portanto, precisam cuidar delas, e às vezes estão também doentes. Outras crianças têm trauma psicológico", disse Cynthia Mpati, diretora do programa governamental sul-africano de merenda escolar, durante o lançamento da campanha em Johanesburgo.
A Aids já deixou mais de 4 milhões de crianças órfãs no sul da África, que é o epicentro da epidemia global da doença. A África do Sul tem o maior contingente mundial de infectados -- 5 dos 45 milhões de habitantes. Logo ao lado, a pequena Suazilândia tem a maior taxa mundial de infecção -- dois em cada cinco adultos estão contaminados com o HIV.

Especialistas dizem que a Aids está afetando todos os níveis da vida comunitária e econômica, matando trabalhadores qualificados e arrimos de família nas fases mais produtivas das suas vidas e privando comunidades rurais de lavradores e de técnicas normalmente transmitidas de geração em geração. "Se não prepararmos as crianças, não vamos treiná-las. É o futuro da força de trabalho que está em jogo", disse Françoise Le Goff, diretora da Cruz Vermelha no sul da África, em um curta-metragem sobre os efeitos devastadores da Aids sobre as crianças.

NIGÉRIA TEM OITO MILHÕES DE ÓRFÃOS

O número de órfãos na Nigéria se aproxima de oito milhões e registra um aumento constante, principalmente por causa da pandemia de HIV-Aids, denunciou nesta quarta-feira o Unicef em razão do Dia Mundial da Criança Africana. A data, celebrada pela ONU todo 16 de junho, é comemorada este ano sob o lema: "Os órfãos da África - nossa responsabilidade coletiva".
"Na Nigéria, uma rápida avaliação dos órfãos e das crianças vulneráveis, realizada em 2004, revelou que havia cerca de sete milhões de crianças que haviam perdido pelo menos um dos pais em 2003. Um ano depois, o número havia aumentado em 800.000", afirmou Christine Jaulmes, porta-voz do Unicef.
"Deles, cerca de 1,8 milhão são órfãos da Aids e com a rápida propagação do vírus, o número de órfãos poderia chegar a 8,2 milhões em 2010", acrescentou. A Nigéria é o país mais populoso da África, com 130 milhões de habitantes, dos quais a maioria vive com menos de um dólar por dia, segundo a ONU. O Unicef destaca que em 2004 havia 43 milhões de órfãos em toda a África subsaariana, número que representa um aumento de mais de um terço com relação a 1990.

Fonte: Agência France Presse

via http://www.amigosdaafrica.org/
Author: Missão Venezuela
•14:57

A língua portuguesa é a quinta mais falada e a terceira do mundo ocidental, superada pelo inglês e o castelhano. Atualmente, aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo falam Português, o Brasil responde por cerca de 80% desse total.

Diante disso, no mundo a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Diante da grandiosidade da língua, em países do MERCOSUL é obrigatório o ensino do português como disciplina escolar.

Existem ainda lugares que utilizam a língua de forma não oficial, assim o idioma é falado por uma restrita parcela da população, são eles: Macau, Goa (um estado da Índia) e Timor Leste na Oceania.

A dispersão da língua em distintos continentes deve-se principalmente pela política de expansão de Portugal, especialmente nos séculos XV e XVI, quando ocorreu a exploração de uma grande quantidade de colônias, sendo assim, a língua da metrópole foi introduzida e logo se juntou com as culturas locais formando uma diversidade de dialetos, essa nova forma de falar o português fora da Pátria mãe era denominada de criolo.

O português é oriundo do latim vulgar (usado pelo povo essa variação era apenas falada) língua que os romanos inseriram em uma região ao norte da Península Ibérica chamada de Lusitânia. A partir da invasão dos romanos na região, praticamente todos os povos começaram a usar o latim, salvo o povo basco, nesse processo teve início a constituição do espanhol, português e o galego.

Em sua essência é uma língua românica, ou seja, ibérico-românico, que deu origem também ao castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.

O português se diferencia por meio da variedade de dialetos e subdialetos e no âmbito internacional, pois a língua é classificada em português brasileiro e europeu.

A partir de 2009 se inicia a unificação ortográfica da língua, através do Novo Acordo Ortográfico.

Uma vez unificado, o português auxiliará a inserção dos países que falam a língua na comunidade das nações desenvolvidas, pois algumas publicações deixam de circular internacionalmente porque dependem de "versão". Um dos principais problemas que as novas regras vão acarretar, no entanto, será o custo da reimpressão de livros.

O português tem duas grafias oficiais, o que dificulta o estabelecimento da língua como um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU) . A ortografia-padrão facilitará o intercâmbio cultural entre os países que falam português. Livros, inclusive os científicos, e materiais didáticos poderão circular livremente entre os países, sem necessidade de revisão, como já acontece em países que falam espanhol. Além disso, haverá padronização do ensino de português ao redor do mundo.

Vale lembrar que as mudanças serão apenas na ortografia, permanecem as pronúncias típicas de cada país.

Caso você você queira baixar o texto completo do Novo Acordo Ortográfico, Clique Aqui.

Fonte: Equatoria
Author: Missão Venezuela
•14:28
Recentemente, foi lançado nos Estados Unidos o livro Millennial Make-over, escrito por Morley Winograd e Michael Hais. Com base numa teoria de gerações, eles sustentam que, desde 1828, a história americana tem sido atingida por transformações profundas a cada quarenta anos, o equivalente à uma geração.

Segundo os autores, ao término de um ciclo geracional, surge uma geração dinâmica, com características opostas às da anterior. Nesse papel, se revezariam as gerações “idealistas” (assim chamadas por serem radicais e contestadoras), e as gerações “cívicas” (mais conservadoras, flexíveis e pragmáticas).

Acredita-se que a mesma teoria poderia ser aplicada em outros contextos, incluindo o Brasil.

Cada geração é distinguida por um nome específico. Por exemplo: a geração baby-boom. Este termo é utilizado para descrever as pessoas nascidas após a Segunda Guerra Mundial (1946-1964), devido ao grande salto nas taxas de natalidade dessa época. Os baby boomers foram a primeira geração que cresceu em frente à TV. Eles puderam compartilhar eventos culturais e marcos com todas as pessoas no seu grupo de idade, independentemente de onde elas estavam. Esses momentos compartilhados ajudaram a estabelecer um vínculo de geração sem precedentes. Outro elemento cultural que distinguiu os boomers dos seus pais foi o rock and roll. Artistas como Elvis Presley e, posteriormente, Bob Dylan, Beatles e Rolling Stones tomaram conta das ondas sonoras e deram aos boomers a identidade de uma geração.

Outro exemplo é a geração coca-cola, cujo nome inspirou um dos maiores sucessos da Legião Urbana. Era a geração dos seriados enlatados, made in USA. Uma geração que perdeu o idealismo dos que a precederam, tornando-se cínica e desesperançosa. Cazuza foi uma das vozes que cantou a desesperança de sua geração. Em uma de suas canções, ele dizia: "Meus heróis morreram de overdose. Meus inimigos estão no poder." Aqueles que foram os ícones da geração anterior, ou tiveram morte trágica, ou simplesmente se adequaram ao status quo. Por essas e outras, a geração coca-cola não tinha em quem se inspirar para lutar pela transformação do seu mundo. Era uma geração órfã de referenciais.

Agora, entra em cena a chamada "geração do milênio", também chamada de Geração Y, formada pelos nascidos entre 1982 e 2003. "É uma geração segura, com boa auto-estima, criada por pais atenciosos, que foram os primeiros a colocar no carro o adesivo ‘cuidado: bebê a bordo’. É uma geração que cresceu amiga dos pais", diz Michael Hais. Entre as suas peculiaridades, destacamos: é a mais numerosa da história, a mais miscigenada e a primeira a ter quantidade igual de homens e mulheres formados na universidade.

Mas sem dúvida, de todas as marcas da atual geração, a mais decisiva é a tecnologia. A geração do milênio é a primeira a crescer no mundo da internet – e isso está na base da mudança que está emergindo. Primeiro, porque a atual geração, graças à internet, é a que mais tem contato com os amigos, a que mais compartilha informação (pelo Orkut, por exemplo) e, por causa disso, desenvolveu um sentimento coletivo sem precedentes na História recente da civilização. Segundo, porque a internet está mudando as relações de poder na sociedade ao descentralizar a informação.

Terceiro, porque toda guinada na história recente só acontece quando se dá a combinação de uma geração dinâmica com uma novidade na tecnologia da comunicação.

Em 1860, foi a maravilha do telégrafo que ajudou a divulgar as idéias abolicionistas. Em 1896, o telégrafo se juntou à novidade do telefone, e os republicanos derrotaram a aristocracia agrária, inaugurando a era industrial e urbana. Em 1932, o rádio, que chegou a ser conhecido como "telégrafo sem fio", parecia feito sob encomenda para a voz de veludo do democrata Franklin Roosevelt, que faria história com seu New Deal, tirando os Estados Unidos de sua maior crise econômica. Em 1968, quase 57 milhões de lares americanos já tinham uma TV, o que ajudou a criar a identidade da geração baby-boom. Pelo que tudo indica, é a internet a grande novidade tecnológica que vai impulsionar as mudanças aspiradas pela geração emergente.

A eleição de Barack Obama, cuja campanha foi feita tendo como carro-chefe a internet, comprova a guinada profetizada pelos autores de Millennial Make-over. Foi o comparecimento em massa da geração do Milênio às urnas, que garantiu a eleição do primeiro presidente negro da história americana.

Espero, sinceramente, que os líderes cristãos estejam atentos a essas mudanças, e mudem seus paradigmas. A Geração Y é um grande desafio pra todos nós, pais, educadores, políticos e líderes. Perder o trem da história poderá custar muito caro pra todos nós.

A charge usada na apresentação deste artigo foi encontrada no site Charges Protestantes, e ilustra bem o lado descolado e despojado da Geração Y. Este lado é mais notável nos Estados Unidos, onde muitos jovens apreciam andar com as calças caindo.

Fonte: Hermes Fernandes
Author: Missão Venezuela
•10:10
Author: Missão Venezuela
•18:30