CHAT - JOVENES - LA ROCA DE HOREB

Author: Missão Venezuela
•19:54
Author: Missão Venezuela
•13:57
"Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo."
João 16.33

Miss.,
Como você deve estar acompanhando nos noticiários, a situação em Gaza está muito ruim. O que você provavelmente não ouviu falar foi sobre nossos irmãos.

Os cristãos palestinos são considerados estrangeiros por palestinos radicais e israelenses. Por isso, encontram-se com menos opções de receber socorro em meio a esse conflito, que tem deixado muitas baixas, sem previsão de terminar.

A Igreja Batista de Gaza foi atingida pelo bombardeio e muitos cristãos palestinos estão fugindo para a Cisjordânia. Saiba mais sobre a situação desses irmãos.

Os ataques das últimas semanas deixaram mais de 500 morto e 2 mil feridos, e acredita-se que o número de vítimas aumentará. A pequena comunidade cristã em Gaza precisa das suas orações. Veja os pedidos e compartilhe com seus amigos e sua igreja.

Dedique essa semana em oração pelos irmãos palestinos; para que, na força do Senhor Jesus Cristo, tenham bom ânimo e vençam a aflição pela qual passam.

Que Deus abençoe você,

Renata Éboli
Marca e Relacionamento
Fonte: Missão Portas Abertas
Author: Missão Venezuela
•20:47

Selecionamos músicas missionárias de alguns países. Clique nos títulos abaixo para ouví-las.

Músicas:
Louvor em Alemão
Louvor Indígena - Coré
Louvor Indonésio
Louvor Inglês
Louvor Indiano
Aleluia
Janela 10/40
Missões
Quem quer ser um missionário?
Missionário
Quem é que vai?

Fonte: Escola de Missões Mundiais
Author: Missão Venezuela
•17:38

Author: Missão Venezuela
•16:46

Author: Missão Venezuela
•13:43
Author: Missão Venezuela
•09:15
Oséias: O amor incondicional de Deus pelas nações.

Joel: O Espírito missionário de Deus.

Amós: Deus chama missionários e os envia em missões.

Obadias: A Unidade e Sinergia devem ser buscadas para que a obra seja realizada.

Jonas: Graça é o favor imerecido de Deus a quem não o merece.

Miquéias: Onde abundou o pecado se manifestou a graça de Deus.

Naum: Quem é o Deus do Missionário?

Habacuque: O Missionário viverá pela fidelidade de Deus.

Sofonias: A missionário é o portador da mensagem de Deus.

Ageu: O conflito para decidir o que urgente ou o que é importante na obra de Deus.

Zacarias: As armas do missionário são oração e jejum.

Malaquias: A oferta missionária que Deus aceita.


Professor: Hildomar Oliveira
Author: Missão Venezuela
•09:04

O Espírito Santo

e Missões na Igreja Primitiva


Atos 1: 1-8

O período em que a igreja cristã viveu seu maior crescimento foi o do primeiro século de nossa era. Ali começou o movimento de missões. Os oito primeiros capítulos do livro de Atos dos Apóstolos explicam a razão desse crescimento. Os discípulos deveriam estar revestidos de poder, v. 4, antes de sair para alcançar as nações com o Evangelho. Em Atos 1: 8 encontramos a base e a amplitude do plano de Deus para que a igreja executasse missões. Focalizaremos neste artigo a igreja primitiva e a obra missionária.

I - A IGREJA ESTABELECIDA EM JERUSALÉM. Atos 1 a 6

A igreja nasceu em Jerusalém e seus membros se estruturaram para dar continuidade à obra de Jesus. Assim, três aspectos foram observados por essa igreja:

a) Visão mundial, At 1 - O desafio de Jesus é global, v. 8, e não existe distinção entre missões mundiais, nacionais ou evangelismo local. Todos são vitais e um não pode excluir o outro. Tudo faz parte da grande comissão, Mt 28: 18-20. A partir de então, tornou-se claro para os discípulos que o movimento da igreja não deveria ser apenas em Jerusalém, mas também fora de seus limites.

b) Poder, At 2 - A incumbência que Jesus havia dado aos discípulos de levar o evangelho ao mundo inteiro parecia uma tarefa difícil. E, de fato, teria sido, se o derramar do Espírito Santo não tivesse acontecido, At 2: 1-3. Em poucos dias, aquele grupo de cento e vinte pessoas tornou-se uma multidão de salvos, At 2: 41; 4: 4 e 5: 14.

c) Envolvimento total, At 5 e 6 - A igreja de Jerusalém era uma família, de modo que as necessidades de cada irmão eram supridas e havia cooperação de todos os membros para ajudar os apóstolos, At 6: 1-3. Instituíram o diaconato, escolhendo para tal função homens que deveriam possuir três requisitos básicos: bom testemunho (aspecto social), serem cheios do Espírito Santo (aspecto espiritual) e de sabedoria (aspecto intelectual). Para os apóstolos ficaram reservadas a prática da oração e da pregação da Palavra, At 6: 4. Toda a igreja era, então, completamente envolvida com a obra de Deus.

II - A IGREJA ESPALHADA, At 7 a 12

A perseguição foi o instrumento usado por Deus para desaglutinar a igreja de Jerusalém e alcançar outros povos.

a) Jerusalém e Judéia - A igreja inicialmente se concentrou em Jerusalém. Entretanto, Deus estava firme em seu propósito de levar a bênção do Evangelho às outras regiões e, por fim, a todas as nações. Ocorreu então que, com a perseguição vinda diretamente contra a igreja de Jerusalém, os que foram dispersos começaram a pregar em toda parte por onde passavam, At 8: 1, 4 e 5: 11, 19, 20 e 13: 46, 47. Com a morte de Estêvão, At 6 e 7, as testemunhas de Jesus foram espalhadas.

b) Samaria - Felipe prega em Samaria, At 8: 4-8, e em missão transcultural prega ao etíope, um alto oficial da rainha de Candace, que crê e pede para ser batizado naquele mesmo dia, At 8: 26, 28-36 e 39. A história indica que aquele etíope pode ter preparado o caminho para o posterior estabelecimento de milhares de igrejas no longínquo vale do Nilo, na África.

c) Gentio romano - Pedro prega para Cornélio, um centurião romano. Foi difícil para Pedro, ainda que cheio do Espírito Santo, aceitar a conversão de um gentio. Mas, após uma visão, entendeu que Deus não faz acepção de pessoas, At 10: 9, 23, 34 e 35

d) “até os confins da terra” - Saulo, escolhido por Deus para levar a mensagem aos gentios, At 9: 15, 16, cumpre com êxito a sua tarefa. Em pouco mais de dez anos, e em três viagens missionárias, ele estabelece a igreja em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia, At 13: 2, 14: 28, 15: 40, 18: 23 e 21: 17.

III - A IGREJA ENVIANDO, At 13 e 14

A expressão “...até os confins da terra” já não parecia uma utopia; tornou-se realidade. A Igreja de Antioquia foi a primeira no envio de missionários. Podemos aprender muito através de seu exemplo:

a) Colaboração, At 13: 1-3 - Em Antioquia, temos o verdadeiro início de missões. Naquela igreja havia profetas e mestres: Lúcio de Cirene, Simão Níger, Manaém, Saulo e Barnabé, v. 1. Nenhum deles era natural de Antioquia; todos eram estrangeiros. Numa reunião de oração, em Antioquia, quando a igreja estava orando e jejuando, Deus separou dois deles para a obra missionária. Os três que ficaram podem ser chamados de colaboradores. Eles representam a igreja que ficou na retaguarda. Os dois que foram enviados representam os missionários. Notemos que eles foram enviados por Deus e pela igreja, vv. 2 e 3.

b) Comunicação, At 14: 27, 28 - Paulo e Barnabé seguem em frente, sempre dando relatórios de seu trabalho à igreja que ficou na retaguarda, orando e sustentando-os com suas ofertas. Por onde passaram, deixaram a semente da Palavra e outros irmãos foram também chamados a colaborar. Assim, a obra cresceu ao ponto de Paulo poder dizer que o evangelho fora pregado a toda a criatura debaixo do céu, Cl 1: 23.

Concluindo, veja o valor da tarefa evangelizadora assumida pela igreja primitiva e a importância de manter bem informados daquilo que estão realizando tanto os irmãos que sustentam os missionários como as igrejas e entidades que os enviaram. É pregando o Evangelho que vamos alargando as fronteiras do Reino de Deus e arrancando vidas das mãos do diabo.

Verdades missionárias

Vale a pena memorizar estas reflexões sobre missões:

@ “[Irei] a qualquer lugar, contanto que seja para frente” (David Livingstone)

@ “Tenta grandes coisas para Deus e espera grandes coisas de Deus”(Guilherme Carey)

@ “O melhor remédio para a igreja enferma é pô-la em dieta missionária” (David Brainerd)

@ “A Igreja que deixa de ser evangelística, em breve deixa de ser evangélica” (Alexandre Duff)

Author: Missão Venezuela
•17:06
Pr. Marcelo Cerqueira na Venezuela, ele estará pregando em nossa cidade, neste mes de novembro, temos a honra de ser a primeira Igreja que o receberá, mas ele estará passando por outras igrejas em Bolívar como também em Puerto La Cruz, e nos dias 13 a 15 de estará numa grande Campanha no Estádio de La Sabanita - Bolívar.

Cartaz de Divulgação do Evento
Author: Missão Venezuela
•13:19

1. A Contribuição da Igreja/ Agência/ Mantenedores/ Família/ Amigos

1.1. O Papel da Igreja na fase de preparação do candidato

A Igreja pode ter um papel importante no despertamento de uma visão e compromisso missionário dos seus membros, fazendo com que missão esteja sempre presente no currículo de atividades da igreja, através de lições da escola dominical, de visitas de missionários, de correspondência regular e apoio a alguma(s) família(s) missionária(s), e de grupos de intercessão. Será que nós podemos ser instrumentais em organizar um conselho missionário em nossa igreja? A Igreja pode encorajar projetos missionários de curta duração, para líderes e membros, e isto pode despertar vocações, e abrir olhos e mentes para a tarefa missionária, Tornando estas pessoas mais comprometidas em apoiar e sustentar os missionários. Mas não se deve estimular o “turismo missionário”.
A Igreja pode também ajudar os candidatos para a obra missionária, dando oportunidade para se envolverem na obra da igreja, orientando quanto a leituras proveitosas, e encaminhando para um bom treinamento, mantendo sempre um relacionamento pessoal, e um cuidado pastoral ativo.

1.2. No apoio ao missionário que está no campo transcultural


Visitas de líderes com dons de aconselhamento pastoral são necessárias e apreciadas. Além de conviver com o missionário (e sua família) em seu contexto, oferece oportunidade para compartilhar suas lutas, dores, frustrações e alegrias, e de orar com eles; tais visitantes podem despertar uma intercessão mais comprometida por parte da igreja, e comunicar à igreja as necessidades dos missionários, e do grupo com que trabalham, na área de saúde, das finanças, da vida espiritual, etc. A igreja também pode mandar seus boletins, algumas fitas gravadas de programas especiais, cartões e cartas, para manter os missionários em dia, e bem ligados. Classes de crianças ou adolescentes, da escola dominical, podem adotar filhos de missionários e escrever para eles. Outra possibilidade é mandar uma vez ou outra um pacote com algumas coisas pouco perecíveis da terra natal (para aniversário/natal). Um telefonema de vez em quando é uma grande bênção.

1.3. Nas Férias


O missionário que vem do campo, vem com o coração cheio das dores, necessidades e alegrias do seu trabalho, e precisa de oportunidades para conversas pessoais com pastores, para falar de sua vida, seu trabalho, suas lutas, além de receber oportunidade para compartilhar com a igreja sobre o seu trabalho. É importante encontrar pastores e líderes com o coração aberto para o missionário.
Uma igreja madura deve ajudar com aconselhamento pastoral, encorajar e ajudar o missionário a ter o descanso necessário, ajudá-lo na programação de atividades de divulgação, mas sem que ele se sobrecarregue e volte mais esgotado ao campo. É bom oferecer ajuda ao missionário na hora de fazer compras, resolver questões bancárias, de documentos, de saúde, etc. porque ele pode estar desatualizado quanto aos métodos usados em seu país e ficar muito desorientado.

1.4. Na Aposentadoria / na volta do campo

É uma experiência transcultural traumática, em que os missionários realmente necessitam de cuidados pastorais, além de ajuda prática para sua reentrada na vida ativa na igreja e na sociedade: Onde vão viver? Onde os filhos vão estudar? Que possibilidades de emprego existem? De que maneira a igreja pode e deve continuar o apoio financeiro? Qual será seu papel na igreja?

2. A necessidade de apoio pastoral


Principalmente durante os primeiros anos de experiência no campo o missionário precisa de aconselhamento pastoral. Visitas pastorais servem para ouvir os missionários, suas dificuldades nos relacionamentos, na adaptação ao campo, etc. O conselheiro pode ajudar os missionários a encarar a situação de uma maneira diferente, orientá-los e encorajá-los a superar os problemas de relacionamentos, orando com eles. Uma das dificuldades é que os missionários tendem a esconder seus problemas dos colegas, igrejas, e agências porque se sentem obrigados a ser um sucesso.


Documento de Encontro de Restauração e Atualização para Missionários


1. Fase de Preparação/Transferência de Campo


É necessário oferecer ao missionário um preparo preventivo, nas Escolas de Treinamento, não só teológico e acadêmico, mas também emocional e psicológico. Também é importante que as Agências peçam que faça um perfil psicológico, para lhe oferecer a ajuda necessária antes de ir ao campo, onde as pressões são muito grandes e os problemas costumam vir à tona. É importante que os líderes do campo, das igrejas e das agências recebam uma preparação para entender melhor como se relacionar com os missionários.


2. Fase de Vida no Campo


É necessário um acompanhamento pastoral enquanto o missionário está no campo, com amor e respeito, para que ele possa superar as dificuldades internas e externas que surgem.
É muito importante que o missionário receba visitas pastorais, por pessoas que vem com esse objetivo, e não simplesmente para conhecer o campo, nem apenas para pensar em estratégias e administração. É muito importante a provisão de escolas para os filhos de missionários. Um dos problemas quando há casais e solteiras, é que essas ficam subjugadas ao parecer dos casais, em vez de se desenvolver um trabalho em equipe, em que todos possam dar o seu parecer, e sejam respeitados como companheiros de ministério.

3. Fase da Volta do Campo

O missionário deve ser recebido com amor. Geralmente chega cansado do campo, e com muitas dores a ser tratadas. Não precisa de um acolhimento de herói, mas de um ser humano querido.Que a liderança da igreja e da missão dê assistência pastoral ao missionário, ouvindo-o, sabendo como está como pessoa, quais são suas lutas e dores, onde precisa de ajuda.
Deve se separar um tempo para descanso e lazer para o missionário que volta. Deve-se providenciar um local para descanso – uma casa/apartamento onde possa estar à vontade (muitos missionários têm de ficar com a família – visitar a família é importante, mas não pode ser a única opção durante um período de férias). Tanto casa, como mobília e utensílios devem ser providenciados com antecedência (e sempre que possível um meio de transporte). O missionário precisa de orientação em relação a uma assistência médica acessível e de boa qualidade. O missionário quando volta do campo fica desorientado. Muitas coisas mudaram, e ele também mudou, enquadrando-se num estilo de vida totalmente diferente. Por isso é importante o apoio no processo de re-socialização – o missionário deve ser acolhido e receber ajuda prática (para fazer compras, tratar de assuntos bancários). Isso pode suavizar o choque cultural reverso. O missionário deve receber oportunidade para prestar relatórios diante da igreja e da liderança – no tempo próprio (não no dia da sua chegada...). Não se deve reduzir e muito menos suspender o salário do missionário quando volta do campo. Pelo menos durante um período de transição deve continuar o sustento.

4. Alguns Testemunhos:

- “Proporcionou-me tempo comigo mesma e com Deus. Tirou-me do turbilhão de atividades, da correria. Volto do Encontro com mais amizade com Deus”.
- “ Na comunhão entre os missionários pudemos chorar juntos, cantar e rir juntos e acima de tudo consolar uns aos outros. Foi como se uma família tivesse marcado um encontro. ”

- “Significou um tempo para repensar o sofrimento, a dor, a ferida, para descobrir que elas são sintomas que estamos vivos e são necessários para valorizarmos mais a graça divina, o amor e descanso de Deus. Significou um tempo para aliviar as cargas emocionais”.

- “O Encontro para mim foi a restauração com o meu amigo de sempre Cristo Jesus. Tive o encontro face a face com Deus. A minha vida nunca mais será a mesma.”

- “Foi muito bom encontrar pessoas normais como eu, que tem as mesmas aflições e desafios.Senti-me em casa”
- “Significou a resposta de 12 anos de oração. Fui impactada por dentro e por fora, pela Palavra, ouvindo Jesus e na comunhão com os outros. Conhecer os problemas dos outros me levou a ver meus problemas como menores.”
- “O Encontro é aproximar-se de homens e mulheres que são humanos e estão reconhecendo que precisam parar para respirar, ouvir e silenciar a alma. Foi um momento de olhar para mim e minhas fragilidades através dos olhos da Graça de Deus.”


5. Tipos de situações/ dores que aparecem:


- Missionários abandonados no campo pela sua igreja, voltaram humilhados, com sentimento de derrota, frustração. É pior ainda quando descobrem que os mantenedores foram fiéis mas que o pastor desviou o dinheiro para outro propósito.
- Missionários que assumiram grandes responsabilidades, além de suas forças e conviveram com problemas que não souberam superar, como: problemas de relações sexuais entre os jovens da equipe missionária... - Missionários que voltam e não conseguem lidar com as cobranças e expectativas da igreja, sentem-se derrotados. - Missionários que enfrentaram situações de violência no campo e voltaram abatidos e sem coragem para falar dos seus sentimentos.

Por: Antonia Leonora van der Meer